As dúvidas…

15 07 2010

Eu escrevo para aliviar as dúvidas. Dizem fazer bem e não haver contra indicações. Por isso saio do meu estado de quarto, travesseiro e cabeceira – sozinho e insone – para me travestir de verbo e substantivo. O objeto direto é a descrição, e ao mesmo tempo, abraço do improvável. E para tudo o que vier a nos ocorrer só me impus uma regra: não usar interrogação. Afinal as dúvidas ficariam imensamente felizes com este singelo símbolo. E mesmo que eu queira saná-las, no meu íntimo sei que as preciso. Contudo não quero satisfazê-las, nem alimentá-las. E para o que restar, usarei pontos e interjeições. Eles iram me bastar, mesmo que o nosso infinito seja ainda uma grande e particular onomatopéia.

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