Presente-futuro, sem mim, sem nós…

12 03 2011

Quando o amor entrar no meio e o meio virar amor, você perceberá que tudo aquilo que não vivemos foi escolha sua. Mas por enquanto, desejo que divirta-se em seus caminhos torpes. Envene-se com a putariada da qual você insiste em participar, deleite-se em outras bocas, nas camas sujas dos motéis baratos que comigo você não frequentou. Desculpe-me eu não posso ser o que não sou. E enquanto você  insiste em ser algo que não é, eu vou viver os meus dias sem pretensão. Só porquê hoje a escolha não é minha – eu jamais escolheria assim. E por agora o meu acalanto serão as horas, os minutos, os segundos do presente- futuro ao qual você me remeteu. Sem você, sem mim, sem nós…

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