Latência

26 10 2011

O Abapuru - Tarsila do amaral

 

Será que a minha tristeza ainda invade os seus poros, seus pelos, seus olhos e por consequência seus pensamentos?  É possível que eu ainda seja uma brincadeira sadia, uma taquicardia, um beijo ou saliva? Será? Será?

Vamos logo, diga aí… Ainda sou seu moleque, seu mano, seu beijo mais doce, seu olhar mais tranquilo? E acima de tudo seu corpo, seu amigo, seu ombro indizivelmente paciente para que possas apoiar seus sonhos?

Será que ainda sou seu poeta, seus paspalhão, seu colombo descobridor, suas aulas de direção?

Constato…Eu? Seu, seu… só você não percebeu…

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