Cores, incolores…

8 11 2011
Caleidoscope

Caleidoscópio

Verdes olhos teus.

Castanhos olhos meus,

vidros quebrados contando o tempo, o sentimento,

a sua falta.

Embriagado de um vinho tinto cor de carmim.

No meio de uma tarde azul

reluzindo um Sol amarelo Sol.

Vagando por entre devaneios vermelhos

Sangue branco, preto, amarelado.

De onde vêm este amor cor de paciência?

Para onde vai a falta que eu te faço?

Ponteiros pretos de qualquer relógio,

marcam as águas dos olhos meus, vidrados,

castanhos esverdeados, apenas parados

sucumbindo a mim e minhas cores,

absorvendo você,

e a falta que por inteiro me descolore.

 

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